Para os mais distraídos, Penela fica a 30 km de Coimbra e cerca de 210 km de Lisboa.
Investigámos sobre eventuais lugares de interesse no concelho e fizemo-nos à estrada.
Começámos por uma das Aldeias de Xisto, a Ferraria de S. João que, apesar de ter ainda muitas casas em vias de recuperação, não nos desiludiu nem um bocadinho.
Para além das habituais casas de xisto, a Ferraria de S. João, está muito bem enquadrada pela Serra do Espinhal e possui um maravilhoso sobral, que parece um lugar de conto fantástico.
Houve também oportunidade para dois dedos de conversa com alguns dos seus habitantes.
O sossego na aldeia é apenas interrompido pelo ladrar dos cães e pelos badalos das cabras.
O Tal Sobral (by Kaska)





Dali a 4 km, subindo a serra, encontra-se o miradouro de S. João do Deserto. Merece uma paragem para observar tudo o que a vista alcança em redor. Dizia Eugénio de Castro que "com um bom binóculo e um pouco de imaginação, avistam-se dali cinco distritos ... Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro..." É, também, um bom local para um piquenique, com sombras, mesas e grelhadores.



O melhor estava para vir. Cinco quilómetros depois, encontrámos a praia fluvial da Louçainha. Com boas infraestruturas (restaurante panorâmico e balneários) inauguradas em 2006, esta praia teve direito a bandeira azul e a nadador-salvador, em 2007.
Quanto à beleza natural, as imagens falam por si.
Esplanada
Restaurante Louçainha



Sobreiro (Quercus Suber) - Património Municipal

Já se vê porquê ...
A caminho da Ribeira da Azenha
A Cascata da Pedra da Ferida

Bóra ao Banho!
A Ribeira da Azenha
As unidades de alojamento não abundam neste concelho. O que nos valeu foi a Pensão Bigodes, que superou todas as expectativas. É o turismo português no seu melhor!
Pensão Bigodes

Domingo, foram as visitas de reconhecimento ao centro histórico de Penela, ao olho do Dueça, à Villa Romana do Rabaçal e à aldeia de Chanca.
Nota 10 para Penela!
Penela (zona histórica)
Começámos por uma das Aldeias de Xisto, a Ferraria de S. João que, apesar de ter ainda muitas casas em vias de recuperação, não nos desiludiu nem um bocadinho.
Para além das habituais casas de xisto, a Ferraria de S. João, está muito bem enquadrada pela Serra do Espinhal e possui um maravilhoso sobral, que parece um lugar de conto fantástico.
Houve também oportunidade para dois dedos de conversa com alguns dos seus habitantes.
O sossego na aldeia é apenas interrompido pelo ladrar dos cães e pelos badalos das cabras.
Dali a 4 km, subindo a serra, encontra-se o miradouro de S. João do Deserto. Merece uma paragem para observar tudo o que a vista alcança em redor. Dizia Eugénio de Castro que "com um bom binóculo e um pouco de imaginação, avistam-se dali cinco distritos ... Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro..." É, também, um bom local para um piquenique, com sombras, mesas e grelhadores.
O melhor estava para vir. Cinco quilómetros depois, encontrámos a praia fluvial da Louçainha. Com boas infraestruturas (restaurante panorâmico e balneários) inauguradas em 2006, esta praia teve direito a bandeira azul e a nadador-salvador, em 2007.
Quanto à beleza natural, as imagens falam por si.
Escusado será dizer que foram quase todos a banhos, apesar da água se encontrar a temperatura pouco convidativa.
Para cumprir o programa, faltava, ainda, chegar à Cascata da Pedra da Ferida.
Da praia fluvial da Louçainha, seguimos para o Espinhal, onde passámos pelo largo do Calvário e pelo sobreiro classificado como património municipal. A distância que separa a Louçainha da cascata é inferior a 10 km.
As informações recolhidas diziam-nos que seria necessário percorrer algumas centenas de metros até lá, só não se referiam á dificuldade do percurso.
O trajecto faz-se a pé, ao longo da Ribeira da Azenha, por entre vegetação densa, sempre acompanhado pelo murmúrio da água. É necessário calçado adequado a estas andanças e alguma destreza física. O nível de dificuldade é elevado em algumas partes do percurso. Apesar de tudo, a chegada à cascata compensa todo o esforço e é claro, onde há cascata, há banho!
Da praia fluvial da Louçainha, seguimos para o Espinhal, onde passámos pelo largo do Calvário e pelo sobreiro classificado como património municipal. A distância que separa a Louçainha da cascata é inferior a 10 km.
As informações recolhidas diziam-nos que seria necessário percorrer algumas centenas de metros até lá, só não se referiam á dificuldade do percurso.
O trajecto faz-se a pé, ao longo da Ribeira da Azenha, por entre vegetação densa, sempre acompanhado pelo murmúrio da água. É necessário calçado adequado a estas andanças e alguma destreza física. O nível de dificuldade é elevado em algumas partes do percurso. Apesar de tudo, a chegada à cascata compensa todo o esforço e é claro, onde há cascata, há banho!
As unidades de alojamento não abundam neste concelho. O que nos valeu foi a Pensão Bigodes, que superou todas as expectativas. É o turismo português no seu melhor!
Domingo, foram as visitas de reconhecimento ao centro histórico de Penela, ao olho do Dueça, à Villa Romana do Rabaçal e à aldeia de Chanca.
Nota 10 para Penela!